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Alemanha entrega o primeiro dos 220 Leopard-1A5 ao Brasil!

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Total de 220 carros serão fornecidos ao Brasil provenientes dos estoques do Exército Alemão até 2012.

No dia 28 de Outubro de 2009, a Krauss-Maffei Wegmann (KMW) entregou oficialmente o primeiro dos 220 carros de combate LEOPARD 1A5 ao Exército Brasileiro nas instalações da companhia em Kassel, Alemanha.

Os carros de combate (CC) são originários das reservas do Exército Alemão e foram recondicionados e modernizados ao estado da arte neste ano. As entregas de todos os sistemas ocorrerão até 2012.


O Brasil adquiriu os carros de combate dentro de um acordo governo a governo com a Alemanha. O Escritório Federal de Defesa Tecnologia e Aquisição por seu turno comissionou a KMW no final de Dezembro de 2008 como contratista principal para a revisão dos carros de combate e desenvolver e instalar subsistemas específicos ao Brasil.

O contrato também provê ao país Sul-americano com equipamentos de: treinamento, simuladores, treinamento de motoristas e apoio técnico local.

O LEOPARD 1 foi introduzido no Exército Alemão (Bundesheer) em 1965. O ultimo carro deste modelo saiu de serviço no Exército Alemão, em 2003. Os seus sistemas são ainda considerados líderes tecnológicos na sua classe.

Tem sido implementados muitos programas de melhoriae está em uso em países como: Bélgica, Chile, Grécia, Itália e Turquia.
Krauss-Maffei Wegmann GmbH & Co. KG é a líder do Mercado europeu para veículos blindados de lagartas e de rodas.

Em suas instalações na: Alemanha, Grécia, Holanda e Estadois Unidos, mais de 3400 empregados produzem e apóiam um portfólio de produtos desde blindados aerotransportáveis a veículos de rodas pesadamente blindados (MUNGO, AMPV*, DINGO, F2, GFF4 e BOXER*), veículos de reconhecimento, anti-aéreos e sistemas de artilharia (FENNEK, GEPARD, LeFLaSys*, SPH 2000, AGM e DONAR) a carros de combate pesados (LEOPARD 1 e 2), veículos blindados de transporte de tropas (PUMA) e sistemas lançadores de pontes (LEGUAN e PSB2).

O caso dos submarinos 'Papanikolis' a procura de novo dono!

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O azedar de relações entre a empresa alemã TKMS e o governo da Grécia, que começou com o primeiro problema detectado com o submarino Papanikolis, o primeiro navio do que viria a ser conhecido como tipo U214, levou a que por um lado o fabricante denunciasse o contrato por falta de cumprimento por parte das autoridades gregas.

A essa denuncia de contrato seguiu-se nos primeiros dias de Outubro de 2009 uma confirmação do cancelamento aparentemente definitivo do contrato, quando o Estado Grego também cancelou a encomenda colocada aos estaleiros alemães.

A empresa alemã fica assim na posse de quatro submarinos do tipo U214, que é um equipamento de valor elevado, que não pode ser facilmente colocado noutra marinha.

Sabia-se que o primeiro navio do tipo, que tinha sido inicialmente rejeitado pela marinha grega, poderia ter sido proposto à marinha da Polónia. Vários rumores apontaram para a possibilidade de o navio poder ser oferecido a Portugal, como pagamento pela falha dos alemães em concretizarem as contrapartidas financeiras prometidas.

Esta última possibilidade foi prontamente descartada pelos portugueses, cuja justiça está a investigar a falta de cumprimento, tendo alegadamente encontrado matéria para processar os estaleiros alemães, não por qualquer questão ligada aos equipamentos propriamente ditos, mas por causa de eventuais fraudes no processo de contrapartidas financeiras.

O que fazer a quatro submarinos novos, sem comprador ?

A situação entretanto levantada não é muito comum. Nestes casos, uma das soluções é a aquisição dos equipamentos militares pelo próprio país fabricante. Mas a marinha da Alemanha utiliza outro tipo de submarino, com características diferentes e que responde a exigências específicas da marinha alemã, para operação em águas muito pouco profundas.

Sendo um U214 um submarino pensado para as águas oceânicas, a sua aquisição por marinhas normalmente costeiras não será uma opção das mais razoáveis e é por essa razão que a venda de uma unidade à marinha da Polónia não parece fazer muito sentido.

A Coreia do Sul, também comprou este tipo de submarino e tem planos para mais, mas está especialmente interessada em manter postos de trabalho nos seus estaleiros, pelo que os submarinos U214 foram todos construídos na Coreia, o que também deverá acontecer com os seguintes.

Outro país que também já encomendou submarinos U214 é a Turquia. Os turcos também têm planos pormenorizados para apoiar a sua própria indústria naval, e além disso não aceitariam adquirir submarinos que tinham inicialmente sido construídos para a marinha do seu principal rival, a Grécia.


Taiwan como possibilidade ?

Uma das soluções que poderá ter sido considerada pelo fabricante, é a oferta dos navios a Taiwan, que desde já alguns anos tem procurado no mercado alternativas para a substituição da sua pequena força de submarinos, constituída por dois navios entregues em 1987/1988, e por outros dois que foram lançados à água, um deles ainda antes de a Alemanha se ter rendido em 1945 e o outro em 1946.

Pelo menos dois dos submarinos de Taiwan precisam ser substituídos e não têm qualquer valor militar, sendo utilizados unicamente para treino de tripulações.

Taiwan tem tido grande dificuldade em encontrar um fornecedor de submarinos. As industrias europeias estão condicionadas pela pressão da China e empresas como a francesa DCN já foram avisadas dos riscos que correriam caso tomassem posições que entrassem em conflito com os interesses chineses.
O tradicional fornecedor de armamento a Taiwan são os Estados Unidos, mas este país não possui submarinos convencionais. Mesmo assim, a China já protestou quando os Estados Unidos forneceram equipamentos militares a Taiwan.

Há alguns anos, o desenvolvimento de sistemas norte-americanos para utilização pelos submarino espanhol S-80, uma versão do Scorpene francês, levantou a possibilidade de esse tipo de submarino ser parcialmente construído em Espanha, equipado nos Estados Unidos com sistemas americanos e posteriormente vendido para Taiwan.

No entanto o sistema espanhol, que testa um novo sistema de propulsão independente do ar, que como o U214 utiliza células de combustível, mas que não utiliza hidrogénio, tem sofrido vários atrasos de desenvolvimento.

A venda por parte da Alemanha de equipamentos sensíveis como este tipo de submarinos, pode ser considerada como inaceitável pela China.
Recentemente os chineses têm vindo a aumentar a sua capacidade anfíbia, dando claramente a entender que não excluem a possibilidade de agir militarmente contra Taiwan, território que os chineses ocuparam pela primeira vez no século XV e que consideram como parte do país.

As relações entre a Alemanha e a China poderiam ser postas em causa e os interesses alemães no país poderiam ser igualmente afectados. O mercado chinês é o mais importante mercado emergente do mundo e as autoridades chinesas têm feito valer esse argumento sempre que se trata de vendas de equipamentos militares a Taiwan.

No entanto, tem havido excepções. Entre elas encontram-se a venda de fragatas do tipo Lafayette e de caças Mirage-2000 para Taiwan.
No entanto, essas vendas foram feitas pela industria francesa, numa altura de estreitamento de relações entre a China e a França, estreitamento que era conveniente para os chineses, que beneficiavam com a transferência de tecnologia francesa para as suas próprias forças armadas.

Essas condições não se repetem no presente momento. Ainda recentemente, uma viatura automóvel francesa viu a sua venda no mercado chinês vetada, após o presidente francês ter recebido o Dalai Lama, líder no exílio do Tibete, outro dos países ocupados pela República Popular da China.

Coleção de selos alemães da WW2!

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Essa semana trago a vocês uma pequena coleção de selos alemães do 3º Reich(Nazista).
Os selos estão em seu tamanho orgirinal e uma qualidade incrível!!! Esta mini coleção conta com 45 Selos, abaixo segue uma prévia deles:






Typhoons Alemães interceptam AN-72 da Rússia!

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A Alenia Aeronautica informou nesta quarta-feira, 22 de setembro, que um bimotor de transporte russo Antonov AN-72 foi interceptado sobre o Báltico por caças Eurofighter Typhoon da Luftwaffe alemã, desdobrados na Lituânia. O tempo de resposta, que provavelmente o cargueiro russo tinha missão de sondar, foi de seis minutos para a decolagem e 15 para a interceptação. O AN-72 permaneceu na área por pouco mais de 50 minutos, sendo monitorado pelos caças alemães, equipados com mísseis ar-ar Iris-T.

A OTAN mantém caças desdobrados em bases de países que recentemente entraram para a organização, mas que estão provisoriamente sem condições de defender seus espaços aéreos. É o caso do desdobramento do Jagdgeschwader 74 (esquadrão de caça 74) da Força Aérea Alemã, que estão cumprindo alerta desde 1º de setembro na base de Siauliai, na Lituânia, para defender o espaço aéreo dos três países bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia).

Os Typhoons da Luftwaffe renderam Gripens da Força Aérea da República Tcheca que cumpriam a mesma missão, e deverão ser rendidos por caças F-4 Phantom II do JG 71 “Richthofen”, também da Força Aérea Alemã. Desde 2004, 14 países da OTAN se revezaram nessa missão, o que deverá prosseguir por mais alguns anos - o mesmo está ocorrendo também na Albânia, que recentemente entrou para a organização, e tem no momento a defesa de seu espaço aéreo a cargo de Typhoons italianos.

Marinha Rússa quer submarinos U-212 da Alemanha!

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Conforme já tinha sido noticiado anteriormente, a marinha da Rússia considera seriamente a possibilidade de aquisição de sistemas militares navais a outros países.
A possibilidade de a França vir a adquirir navios de projecção estratégica ou de desembarque à França foi já confirmada pelos russos, embora do lado francês a questão tenha sido tratada com muito maior descrição.

Agora volta a ser referido pela imprensa russa o interessa da marinha da Rússia na aquisição de submarinos alemães do tipo U212, tendo como fonte o próprio ministro da defesa do país, Anatoly Serdyukov.

Na origem do problema estará o facto de os submarinos convencionais do tipo «Lada» uma derivação dos submarinos da série «Kilo», terem sido entregues à marinha russa mas ainda não estarem operacionais devido a problemas técnicos.

De facto, tanto o Sainkt Petersburg como o Kronstadt ainda não foram dados como operacionais.
Existem aparentemente problemas com o sistema de propulsão independente do ar. Os russos já chegaram mesmo a considerar a possibilidade de instalar reactores nucleares de fraca potência nos submarinos, apenas para alimentar as baterias dos motores eléctricos.
Ao considerar a possibilidade de adquirir o U212 a Rússia está especialmente interessada no sistema AIP de células de combustível que utiliza hidrogénio, e que está instalado nos submarinos do tipo U212 alemães e italianos e nos U214 da Coreia do Sul e de Portugal.

Curiosamente, o modelo russo é aquele para o qual a marinha do Brasil pediu informações para eventual compra, tendo considerado o sistema russo como o mais silencioso do mundo. Oficialmente, o projecto russo foi colocado fora de cogitação, porque os russos não queriam ceder a tecnologia.

Problemas generalizados na marinha russa

Os problemas nos estaleiros russos têm-se sucedido uns a seguir aos outros. O porta-aviões da marinha da Índia Vikramaditya continua no estaleiro, com russos e indianos em acusações mútuas. Vários sistemas têm mostrado problemas. Recentemente um submarino nuclear que estava a ser preparado para entregar à Índia sofreu um gravíssimo acidente na sequência do qual morreram mais de 20 pessoas.
O próprio presidente russo mostrou a sua irritação com o problema durante a sua última visita aos estaleiros Sevmash, dizendo que se os estaleiros propuseram fornecer um navio, têm que honrar o contrato.

A situação da marinha russa é algo estranha, mas não é novidade para quem tem acompanhado a situação real da força nos últimos anos. A marinha não é tradicionalmente um ramo das forças armadas muito querido dos russos, que são uma nação continental por tradição. A marinha russa tenta aumentar a sua projecção dentro do próprio país com a divulgação de viagens internacionais dos seus mais poderosos navios, mas os resultados têm sido muito poucos.
A maior parte da esquadra é antiquada e ultrapassada, servindo apenas como plataforma flutuante para os dissuasores nucleares russos.

Cruzador nuclear da classe Kirov
Os seus navios de maior importância são o porta-aviões Admiral Kuznetsov e o cruzador nuclear Pedro o Grande (classe Kirov).
Mas a operacionalidade do Kuznetsov nunca foi considerada satisfatória pelos russos, que agora pensam na possibilidade de negociar a construção de navios porta-aviões em colaboração com a França.

Quanto ao cruzador nuclear, ainda recentemente foi anunciado que a reparação e modernização do cruzador nuclear Nakhimov (um navio do tipo Kirov idêntico ao Pedro o Grande), para um padrão mais moderno, custaria mais que a construção de um navio novo, o que foi encarado como uma veredicto final sobre o futuro da vetusta classe de gigantescos navios, que são de uma esmagadora imponência, mas que do ponto de vista estratégico, só poderiam servir como navios suicidas numa guerra mundial termonuclear. Além disso, os custos operacionais de manter um só navio Kirov são superiores aos custos de manter de seis a dez fragatas modernas.

Ao mesmo tempo que isto ocorre, a Rússia não tem um único navio especializado em defesa aérea e o único radar equivalente ao Spy-1 norte-americano que foi produzido na Rússia, nunca funcionou em condições.

A estrutura que presentemente existe é antiquada e está pelo menos 30 anos desfasada do resto do mundo. Grande parte de suas instalações mais importantes estava na Ucrânia. Com o fim da URSS, a indústria naval russa ressentiu-se muito. O principal fabricante de turbinas para navios do tipo fragata está na Ucrânia e essa é uma das razões que leva a indústria da Rússia a ficar pela reparação das suas unidades mais antigas e a ter lançado desde que acabou a URSS apenas uma única classe significativa de navios de superfície, as quatro corvetas Steregushy, das quais apenas uma está ainda ao serviço.

Alemães aceitam transferir técnologia para o Brasil!

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Ao justificar a compra de quatro submarinos Scorpène, da DCNS, estatal da França, e um casco maior - ao qual seria instalado um propulsor nuclear, que ainda está em desenvolvimento no Brasil - o ministro da Defesa, Nelson Jobim, tem dito que não fechou acordo com uma empresa concorrente, da Alemanha, porque não haveria transferência de tecnologia. A alemã HDW construiu no Arsenal da Marinha, no Rio de Janeiro, os cinco submarinos convencionais que o Brasil vem usando. Segundo Jobim, “depois da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha tem limitações, por tratados internacionais, de transferir a tecnologia que precisamos”.

No entanto, em proposta enviada ao Comando da Marinha e a Jobim - e que tem preço mais baixo do que a feita pela França - a firma alemã deixa claro que não há restrição alguma. O documento, protocolado no último dia 6, obtido pelo GLOBO, diz: “Antes de tudo, temos o prazer de informá-lo que o governo da República Federal da Alemanha aprovou o pedido feito pela HDW para transferir à Marinha brasileira a tecnologia do projeto do submarino, para o desenvolvimento de seu próprio grande submarino, que poderá receber a propulsão nuclear, atualmente sendo desenvolvido pela Marinha brasileira”.

O documento deixa mais claro que a opção francesa preferida pelo governo brasileiro - Jobim afirma que o contrato será assinado dia 7 de setembro - é bem mais cara do que a outra oferta. Segundo o Comando da Marinha, só o casco francês custaria cerca de dois bilhões de euros. E a transferência de tecnologia de projeto da embarcação sairia por 900 milhões de euros adicionais. Um total de 2,9 bilhões de euros por um modelo criado dez anos atrás e que só poderia entrar em atividade quando o Brasil conseguir produzir e homologar um propulsor nuclear. A estimativa de técnicos do setor é a de que isso levaria de 15 a 20 anos.

Curiosamente, o mais novo submarino nuclear francês, o Barracuda - tido como o mais avançado do mundo - está orçado em 1,9 bilhão de euros. Ou seja, 1 bilhão de euros a menos do que o casco de submarino que a França pretende vender ao Brasil.

Fonte: O globo.

Infográfia: Saiba mais sobre o Submarino U-214 Alemão!

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O U-214 é um submarino de ataque baseado no muito conhecido U-209. È uma versão com maior comprimento e adaptado a patrulhas oceânicas, ao invés de patrulhas costeiras do U-209. A inclusão da tecnologia de células de combustível de ultima geração torna-o o submarino convencional mais silencioso do mundo.

Esta tecnologia consiste na utilização de um processo de electrólise para produção de energia eléctrica. Os elementos utilizados são Oxigénio e Hidrogénio e como resultado da reacção é produzida água. Este sistema é relativamente compacto bastante silencioso e não produz muito calor o que é uma vantagem do ponto de vista de refrigeração.

Entrega do primeiro U-214 a Portugal.

O submarino tem linhas hidrodinâmicas que permitem uma maior furtividade reduzindo o ruído e um casco construído em ligas metálicas que o torna capaz de atingir os 400 metros de profundidade.

O U-214 está equipado com 8 lançadores de torpedos e pode disparar mísseis pelos tubos.
Cada unidade custa cerca de 500 milhões de dollars. Também é conhecido como U-209PN, designação com a qual foram vendidas a Portugal 2 unidades.

Ficha Tècnica:
Comprimento: 65metros
Largura: 6.3metros
Deslocamento: 1700Toneladas
Potencia: 4500Kw
Alcance: 22.200km
Tempo submerso: 84 dias
Profundidade máxima: 400 metros
Tripulação: 30
Armamento: 8x U209214 e 12x IF-21 Blackshark
6x Harpoon UGM 84 (missil anti-navio)
Tripulação: 30
Alcance Radar: 37km
Operadores: Alemanha, Italia, Grécia, Coreia do Sul, Portugal.

Submarino U-214 a preço de chuva para Portugal!

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No passado fim de semana, um semanário português divulgou uma notícia segundo a qual os estaleiros alemães HDW terão contactado informalmente autoridades portuguesas no sentido de transferir o submarino Papanikolis, originalmente construído para a marinha da Grécia para a marinha portuguesa a custo «zero», se Portugal abrisse mão de um pacote de contra-partidas económicas que foram negociadas quando o contrato para o submarinos foi assinado.

O ministério da defesa português negou peremptoriamente que tal oferta tenha sido feita de forma oficial ou não oficial, afirmando mesmo que se tal proposta existisse ela seria recusada, porque as contrapartidas negociadas são para cumprir.

Em Abril de 2005, o governo português assinou com os estaleiros alemães HDW e com o consórcio GSC, um contrato para o fornecimento à marinha de guerra portuguesa de dois submarinos do tipo «U214» [1], para substituir os navios do tipo «Daphne» que se encontravam ao serviço da marinha desde os anos 60.

O elevado valor da aquisição levou à negociação de várias contrapartidas, expressas na necessidade de o fabricante desenvolver esforços para permitir a aquisição a Portugal e à industria portuguesa de bens e serviços ou a desenvolver negócios que atingissem um valor aproximado do custo estimado dos navios.

Ou seja, na maioria dos casos, trata-se de adquirir bens e serviços a empresas portuguesas, aumentando as exportações.

A questão das contrapartidas é sempre alvo de problemas de pormenor, pois os contratos estabelecidos ao abrigo do programa de contrapartidas podem ser alvo de distorções ou «truques».

Segundo foi noticiado pela imprensa portuguesa, um contacto informal teria sido estabelecido pelos alemães, propondo o fornecimento a Portugal de um submarino do tipo U214 idêntico aos dois que Portugal comprou.
O reverso da medalha, seria a necessidade de Portugal dar por encerrado o processo de contrapartidas.

Dois submarinos com opção por um terceiro
Mesmo que contactos informais tivessem sido estabelecidos entre pessoal dos estaleiros e entidades ligadas ou com ligação ao Estado Português, tais contactos nunca poderiam ser admitidos, pelo que a afirmação à imprensa de que «não foi feito nenhum contacto» tem que ser considerada como a resposta «normal» e standard nestas circunstâncias.

A verdade é que a possibilidade de tal oferta ter sido feita, não é absurda nem ilógica, sabendo-se que o Estado Português quando negociou a compra dos dois submarinos U209PN, previu a possibilidade da aquisição de um terceiro.

Seria portanto normal que a possibilidade fosse aventada, mesmo que apenas de forma informal.

Navio recusado
O submarino Papanikolis da marinha da Grécia está neste momento no estaleiro, após a sua aceitação ter sido recusada, sob alegação de que várias características técnicas não estavam em consonância com o prometido pelo projecto.

Existem muitas dúvidas sobre as reais questões por detrás das recusas da marinha da Grécia, mas a compra de grande número de equipamentos militares por parte daquele país, levou a que nos últimos anos, tivesse havido problemas com os pagamentos de armamento importado. Daqui resulta a especulação de que a necessidade de cortar despesas por parte dos gregos, fosse a principal razão da não aceitação (os restantes navios do tipo U214 para a Grécia são construídos em estaleiros gregos).

Fosse qual fosse a razão, na verdade o U214 grego continua sem ser entregue e além da Grécia, Portugal é o único país a operar aquele navio num futuro próximo. De todos os países que utilizam ou vão utilizar o U214, Portugal é o único país a comprar todos os navios aos estaleiros alemães, enquanto gregos, sul-coreanos e turcos, fabricam ou vão fabricar os navios nos seus próprios estaleiros.

Portugal não estará interessado
Embora o contrato assinado por Portugal previsse a opção por um terceiro navio, depois de 2005, vários factores concorreram para que a situação se alterasse. A crise nacional e internacional agravou-se, e além disso, a marinha portuguesa investiu recursos na substituição das quatro vetustas fragatas da classe João Belo, por navios em segunda mão comprados à Holanda, que ainda que usados são relativamente modernos.

Estas duas ordens de razões, tornaram remota a possibilidade de operar um terceiro submarino. A marinha adaptou-se à ideia e preparou-se para utilizar os dois navios encomendados.
Mas para além destes factores, os dois navios portugueses da classe «Tridente», possuem características que os tornam diferentes dos submarinos da classe «Papanikolis».

Entre muitos exemplos, as tripulações teriam por exemplo que treinar procedimentos diferentes quanto à evacuação, que nos dois navios seriam distintos, além de que muitos dos variadíssimos sistemas dos navios portugueses e gregos são diferentes e mesmo incompatíveis entre si.

Um «Papanikolis» português, acabaria sendo uma espécie de «irmão pobre» dos outros dois navios, cujos sistemas foram desde a sua concepção preparados e adaptados para a operação no Atlântico e obedecendo aos conceitos e doutrinas adoptados pela marinha portuguesa. A sua operação, implicava quase que dispor de duas classes diferentes de submarinos.

Isso não seria nada de impossível, mas nas actuais circunstâncias exigiria da Marinha e do Ministério da Defesa um investimento adicional em formação de pessoal e no aumento de estruturas de apoio. Ou seja, seria necessário gastar recursos, que já têm destino para outros programas de modernização e rearmamento.



Infografia: Saiba mais sobre a evolução dos Submarinos!

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Submarino é uma embarcação especializada para operar submersa, tendo sido largamente usadas pela primeira vez na Primeira Guerra Mundial, sendo usado por todas as grandes marinhas atualmente. Submarinos civis e submergíveis são usados com fins científicos tanto na água doce quanto salgada para trabalhar em profundidades muitos grandes para mergulhadores humanos.

Os submarinos englobam uma vasta gama de tamanho de embarcação. Desde embarcações de duas pessoas que são utilizadas para explorar a superfície marinha por poucas horas ate os submarinos russos da Classe Typhoon, os quais permanecem submersos por metade de um ano e carregam mísseis nucleares suficientes para destruir centenas de cidades. Há também submarinos especializados em resgate de submarinos e pequenos submarinos movidos por uma pessoa elaborados para competição entre as universidades. Um velho mecanismo para uso em exploração de águas profundas, salvamento, construção e recuperação é o sino mergulho.

A palavra submarino era originalmente um adjetivo que significava sob o mar. Algumas firmas que faziam montagem submarina mas não parte de submarinos chamaram este trabalho de engenharia submarina. Submarino como um nome que significa parte de uma embarcação submersível originou-se como uma redução para barco submarino e os antigos livros tais como Vinte mil léguas submarinas sempre usava tais termos.

Submarinos militares

Existem mais submarinos militares em operação do que civis. Os submarinos são úteis militarmente porque são difíceis de serem localizados e, quando abaixo da superfície, são difíceis de se destruir. Um grande esforço é empregue no projeto de um submarino para possibilitá-los atravessar a água tão silenciosamente quanto seja possível, de forma a prevenir sua detecção (o som viaja na água muito mais fácil do que a luz, isto significa que o som de um submarino é sua característica mais fácil de ser detectada). O meio mais fácil de localizar um submarino é escutar a água e procurar por sons ou pela falta deles, alguns submarinos cancelam seus sons tão bem que eles criam uma área de silencio em sua volta. Se um submarino permanecer escondido, ele é capaz de atacar de muito perto.

A Força de Submarinos da Marinha do Brasil possui atualmente 5 submarinos: O Submarino Tupi (S-30), o Submarino Tamoio (S-31), o Submarino Timbira (S-32), o Submarino Tapajó (S-33) e o Submarino Tikuna (S-34). Os quatro primeiros são submarinos da Classe Tupi ( IKL-1400 ton ) e o último da Classe Tupi Mod.

A Marinha Portuguesa possui atualmente apenas um submarino operacional, o N.R.P. Barracuda, segundo submarino da classe "Albacora", lançado à água em 24 de Abril de 1967. Estes submarinos serão substituídos por dois submarinos ""SS PO 2000", o N.R.P Tridente e o N.R.P. Arpão. Estes dois submarinos são uma versão do submarino Alemão U-209. O primeiro destes dois submarinos estará operacional no final de 2012, mais precisamente, dia 21 de Dezembro.

Submersão e navegação

Todos os navios de superfícies, como também um submarino na superfície, tem condições de flutuação positivas, pesando menos do que a água que ele desloca. Para submergir hidrostaticamente, um navio deve ganhar uma flutuação negativa, ou aumentando seu próprio peso ou diminuindo o deslocamento de água. Para controlar seu peso, os submarinos são equipados com tanques lastro, o qual pode ser preenchido com água ou esvaziado com ar pressurizado.

Para submersões em geral ou afloramento na superfície, os submarinos usam os tanques da frente e a popa, chamado de Tanque de Lastro Principal ou (TLP), os quais são abertos e completamente completados com água durante a submersão, ou completamente preenchidos com ar pressurizado para vir à tona. Sob condições de submersão, os TLP são geralmente mantidos cheios, então em muitos submarinos estes tanques são simplesmente uma seção do espaço interno do casco. Para um controle mais preciso e rápido da profundidade, os submarinos usam pequenos Tanques de Lastro de Controle ou TLC, também chamados de tanques duros(hard tanks) devido sua habilidade para se opor a altas pressões. O acréscimo de água nos tanques de controle pode ser controlado ou para refletir mudanças nas condições externas ou para mudança da profundidade de submersão. Os tanques de controle podem ser localizados próximos ao centro de gravidade do submarino, ou separados ao longo do corpo do submarino.

Quando submerso, a pressão da água nas paredes do submarino pode alcançar 3 MPa para submarinos de aço e no máximo de 10 MPa para submarinos de titânio como os Komsomolets, enquanto a pressão interna ao mesmo permanece a mesma. Estas diferenças resultam em uma pressão de compressão no casco, os quais diminuem de tamanho. A densidade da água também aumenta, a salinidade e pressão são maiores, mas isto não é compensado pela compressão do casco, então a flutuação diminui com a profundidade. Um submarino submerso está em um equilíbrio instável, tendo a tendência de ora afundar ora de vir à tona. Manter uma profundidade constante requer uma operação constante dos tanques de controle de profundidade.

Submarinos com uma condição de flutuação neutra não são intrinsecamente estáveis no balanceamento. Para obter o balanceamento desejado, os submarinos usam tanques de balanceamento traseiros e dianteiros. Bombas podem mover água entre estes tanques, alterando a distribuição do peso e além disto criando um momento para girar o mesmo para acima e para abaixo. Um sistema similar é algumas vezes usado para manter a estabilidade.

O efeito hidrostático dos tanques de lastro variáveis não é o único meio de controlar o submarino sob a água. A manipulação hidrodinâmica é feita por várias superfícies, as quais podem ser giradas para criar as correspondentes forças hidrodinâmicas quando um submarino se move a velocidade suficiente. Os estabilizadores de popa, localizado atrás da hélice e normalmente orientados na horizontal, servem para os mesmos propósitos do que os tanques de estabilização, controlando a estabilidade, e são usados freqüentemente, enquanto outras superfícies de controle não estão presentes em muitos submarinos. Os estabilizadores da sail e do bow, ambos horizontais, são localizados próximos ao centro de gravidade, e são usados para controlar profundidade com menos eficiência que para o balanceamento.

Quando um submarino realiza uma subida de emergência, todos os métodos de estabilização e lastro são usados simultaneamente, propelindo o barco para a superfície. Como o mesmo vem a tona muito rápido, tanto que o submarino deve parcialmente pular fora da água, isto pode infligir sérios danos a alguns sistemas do submarino, principalmente a tubulação.

Submarinos modernos usam um sistema direcionamento inercial para navegar enquanto submerso, mas inevitáveis desvios de curso acumulam-se no tempo. Para contornar isto, o Sistema de Posicionamento Global irá ocasionalmente ser usado para obter-se um apurado posicionamento. O periscópio – um tubo retangular com um prisma possibilita uma visão da superfície – é somente usado ocasionalmente em submarinos modernos, pois o seu alcance de visão é muito curto. Os submarinos da classe Virginia têm um sensor fotônico ao invés do tradicional periscópio. Este sensor pode ser posicionado acima da superfície, captando luz visível, infravermelhos, laser de marcação de perímetro e monitoramento eletromagnético.

Casco do submarino

Submarinos modernos são usualmente em forma de charuto. Esta forma, já visível nos primeiros submarinos é conhecida como casco de lagrima, e foi concebida inspirada no corpo das baleias. Ela reduz significativamente o arrasto hidrodinâmico do submarino quando submerso, mas diminui sua capacidade de permanecer a tona e aumenta o seu arrasto enquanto na superfície. Desde que as limitações do sistema de propulsão dos primeiros submarinos forçavam os a operar na superfície a maior parte do tempo, o projeto de seu casco era comprometido. Devido as baixa velocidade destes submarinos enquanto submersos, usualmente abaixo de 18 km/h, o aumento do arrasto para viagens submersas era considerado aceitável. Somente mais tarde na Segunda Guerra Mundial, quando a tecnologia permitiu operações submersas mais longas e rápidas e o aumento da vigilância pelas embarcações inimigas forçou os submarinos a permanecerem submersos, os cascos em forma de lagrima voltaram a aparecer, para reduzir o arrasto e o barulho. Nos submarinos militares modernos a superfície externa do casco é coberta com uma fina camada especial de borrachaanecóico, para tornar o submarino mais silencioso. que absorve o som, ou revestimento

Uma torre montada no topo do submarino acomoda a todo o periscópio e torre de eletrônicos, a qual pode incluir o rádio, radar, contramedidas eletrônicas, e outros sistemas. Em muitas das primeiras classes de submarinos (veja historia), a sala de controle, era localizada em dentro desta torre, a qual era conhecida como a torre de comando. Desde daquele tempo, contudo, o comando passou a se localizar em dentro do casco do submarino, e a torre é mais comumente chamada de sail. O comando não deve ser confundido com a ponte, a qual é uma pequena plataforma aberta localizada no topo da torre usada para observações visuais enquanto se opera na superfície.Aquela deve ser uma plataforma adicional fechada abaixo desta com janelas e quebra vento para mau tempo.

Todos os pequenos submarinos modernos e submersíveis, como também alguns dos antigos, têm um casco simples. Contudo, para grande submarinos, a abordagem tem sido diferente. Todos submarinos Soviéticos pesados são construídos com uma estrutura de casco duplo, mas submarinos Americanos usualmente possuem casco simples. Eles ainda têm seções suaves na proa e popa, as quais abrigam os tanques de lastro principais e proporciona uma forma hidrodinamicamente otimizada, mas a seção do casco principal, geralmente cilíndrica, tem somente uma única camada de revestimento. Existem exemplo de submarinos com mais de dois cascos, como os submarinos da classe Typhoon, os quais têm dois cascos principais para pressão e três menores para a sala de controle, torpedos e navegação, enquanto a sistema de lançamento de mísseis é localizado entre os cascos principais.

Um submarino de casco duplo é diferente de um navio de casco duplo. O casco externo, o qual dá forma ao submarino, e chamado de casco leve, e não tem que suportar nenhuma diferença de pressão. O casco leve pode ser usado para a montagem de equipamento, que se fossem ligados diretamente ao casco de pressão poderia gerar pontos de tensão nele. Uma abordagem de dois cascos também economiza espaço interno do casco de pressão, colocando-se os anéis de reforço e longitudinais do lado de fora do casco. Estas medidas permitem que o tamanho do casco de pressão, que é muito maior que o casco leve, sejam minimizadas. Também, no caso de danos ao submarino, o casco leve absorverá parte do impacto, sem comprometer a integridade da embarcação, pois o casco de pressão permanecera intacto. A maior desvantagem da estrutura de dois cascos é o significativo aumento da soldagem manual requerida para sua construção. A União Soviética tinha desenvolvido uma tecnologia de soldagem bem estabelecida e tinha bastante mão de obra barata qualificada disponível, mas o alto do custo do trabalho manual nos Estados Unidos torna mais barato a abordagem de casco simples. Outra razão para a construção de casco duplo na União Soviética era a operação no Oceano Ártico, onde os submarinos têm que quebrar camadas de gelo que podem danificar o casco.

Internamente ao casco externo há um forte casco, ou casco de pressão, o qual suporta a pressão da água do mar e a pressão interna normal do lado de dentro. O casco de pressão é geralmente constituído de chapas de aço de alta resistência com uma complexa estrutura e grande sobre-dimensionamento, sendo separado por portas estanques em vários compartimentos. Os cascos de pressão e leve formam uma estrutura tridimensional que aumenta sua resistência. O espaço inter-casco é usado para alguns equipamentos que não necessitam de pressão constante para operar.

A profundidade de mergulho não pode ser aumentada facilmente. Simplesmente tornar o casco maior aumenta o peso e requer a diminuição do peso dos equipamentos a bordo, finalmente resultando em um batiscafo. Isto é aceitável para submersíveis civis de pesquisa, mas não para submarinos militares, portanto a profundidade de mergulho foi sempre limitada pela tecnologia em uso no momento.

Submarinista

Submarinista é o termo que designa os tripulantes de um submarino militar, ou pessoas capacitadas á exercer esta atividade. Executando atividades nas profundezas dos mares, tais como patrulhas e exercícios militares.

No Brasil os submarinistas são formados pela Marinha do Brasil, no Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché.

Primeira Guerra Mundial

Em Maio de 1915, o U-Boot U-20 afundou o RMS Lusitania. Embora tenha havido uma grande revolta por um navio mercante "inocente" ter sido afundado, os historiadores acreditam que o Lusitania transportava 10 toneladas de armas abordo, tornando-o um alvo válido sob as leis internacionais. Das 1,195 vidas perdidas, 123 eram civis Americanos. O evento fez com que a opinião pública Americana contra a Alemanha tivesse um factor significante no envolvimento dos EUA na guerra, ao lado dos Aliados.

Com os EUA no lado dos Aliados, a Alemanha anunciou a 31 de Janeiro, 1917, que os seus submarinos atacariam os navios mercantes sem qualquer aviso prévio. Dando origem à Primeira Batalha do Atlântico.

Segunda Guerra Mundial

Durante a Segunda Guerra Mundial, os submarinos alemães eram o maior componente da batalha do Atlântico, que durou até à invasão da Europa. Durante as fases iniciais da guerra, e após a entrada dos Estados Unidos na guerra, os submarinos alemães foram extremamente eficazes a destruir navios de carga aliados, aproximando-se da costa atlântica dos EUA e até mesmo do Golfo do México. Os avanços nas tácticas dos comboios navais, radar, sonar, cargas de profundidade, a descodificação dos códigos da Enigma e a introdução da escolta aérea diminui a eficácia dos submarinos alemães. No final da guerra, a frota alemã tinha sofrido extremas baixas, perdendo 743 embarcações e cerca de 30,000 marinheiros.

Brasil compra 250 Tanques Leopard-1 A5 da Alemanha!

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O Exército Brasileiro veículos blindados comprados Lepore 1A5, alemães, com um custo de 500 mil dólares cada um, principalmente para o controlo das fronteiras, reforçar a capacidade de dissuasão de qualquer ataque externo.

Trata-se de cerca de 250 veículos usados, 42 toneladas de canhão capaz de disparar munições 4 km de distância, que chegou ao país dentro de 3 meses.
As negociações com a Alemanha começou em 2006 e um par de unidades já chegaram ao país no início deste ano relatou um especialista em inteligência militar.

"O Leopard 1 A5 será a espinha dorsal do Exército brasileiro, o veículo irá dar uma nova dimensão às unidades de tanques, o que lhes confere um poderoso dissuasor" de acordo com o Center for Defense Studies da Universidade Federal de Juiz Fora.

O exército tem actualmente A1 tanques Leopard 1, 40 mil toneladas, o que terá novos recursos quando Leopard 1 A5 são reparados. Fronteiras terrestres e fluviais do Brasil estende ao longo de aproximadamente 16.000 km e no primeiro blindado será enviado para Santa Maria, estado do Rio Grande do Sul.



Grande Ofensiva do exército alemão no Afeganistão!

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Forças afegãs e alemãs iniciaram uma ofensiva contra insurgentes no norte do Afeganistão, já que a situação de segurança naquela região dos país, antes tida como das mais estáveis, continua a deteriorar.

Enquanto a ISAF (International Security Assistance Force) da OTAN se manteve focada primeiramente nas regiões leste e sul do país, a crescente influência de militantes do Uzbequistão ligados ao Taliban na província de Kunduz fez , em 22 de julho, o General da Bundeswehr Wolfgang Schneiderhan dizer que “chegou à hora de lidar com a escalada da violência no norte” .

Esta foi a primeira grande ofensiva com unidades convencionais do exercito alemão desde a segunda guerra mundial.

Falando juntamente com o general em Berlim o ministro da defesa alemão Franz Josef admitiu que forcas alemãs “estão sendo particularmente desafiadas em Kunduz”.

O Tenente-Coronel Michael Weckbach, porta-voz chefe para o comando do norte da ISAF disse que 300 soldados alemães estavam participando da operação liderada pelo exército afegão com 800 homens do exército nacional e 100 policiais.

Infográfia: Saiba mais sobre o tanque alemão Tiger da WW2!

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Fabricante: Henschel - Alemanha
Tripulação: 5
Comprimento: 6.29 - Incluindo canhão: 8.45M - Largura: 3.7M - Altura: 2.93M
Peso vazio: 54500Kg. - Peso preparado para combate: 57000Kg.
Motor/potência/capacidades
Sistema de tracção:Lagartas
Motor: Maybach HL 230 P 45 - 12 cyl Potência: 700 cv
Velocidade máxima: : 38 Km/h - Velocidade em terreno irregular: 20 Km/h
Tanque de combustível: 534 LitrosAutonomia máxima: 140Km


O conceito que está na base de concepção do tanque pesado «Tiger» tem a sua origem em 1937, quando se fizeram estudos sobre tanques mais pesados que os Panzer-III e Panzer-IV. Se inicialmente o Panzer-IV era o tanque mais pesado previsto para as necessidades da Alemanha, foi estudada a possibilidade de produzir veículos ainda mais pesados que aqueles.

Esses carros de combate pesados foram o resultado de estudos conjuntos com os russos no inicio dos anos 30, pois o tanque pesado alemão, na altura conhecido como PzKpfw-V era idêntico ao tanque pesado russo T-35. (ver foto)

Embora este carro pesado tivesse sido projectado, os planos para produzir um tanque pesado ficaram congelados desde 1937 até que em 1940 foram analisados os tanques pesados ingleses «Mathilda» e franceses «Char-1B».

Os alemães ficaram surpreendidos com a dificuldade com que os seus tanques se depararam, pois a sua superioridade no terreno em França em 1940, deveu-se às tácticas utilizadas e não aos seus tanques.
Na maioria dos casos os tanques franceses e britânicos estavam muito melhor armados e eram bastante mais blindados que os alemães. O único ponto realmente negativo que se podia apontar a franceses e britânicos (e especialmente aos franceses) era a má qualidade dos seus motores.

É o próprio Hitler que ordena a reactivação do programa alemão de tanques pesados.

É por causa de o projecto da Rheinmetal de 1937 para um tanque pesado ter recebido o numeral romano V, que o tanque pesado que se lhe seguiu foi conhecido como PzKpfw-VI. Mais tarde o numero V seria recuperado para utilização no tanque conhecido como Panther.

Ocorreram vários reveses no processo de escolha dos modelos apresentados, o VK4501(P) da Porsche e o VK4501(H) da Henschel. Foram construídos protótipos dos dois tanques e o modelo da Henschel foi considerado mais simples de fabricar, tendo sido colocada uma encomenda para 1300 unidades.

A especificação exigia que o tanque tivesse capacidade para passagem de rios com profundidade de 4metros e por isso os primeiros 495 veículos tinham essa capacidade, a qual deixou de ser incluida para aumentar o ritmo de produção.

Introduzido nos campos de batalha da frente leste pelas unidades blindadas alemãs, ele mostrou-se um adversário temível. A sua destruição por carros de combate soviéticos era virtualmente impossível a grandes distâncias.

O Tiger (ou Tigre) é uma familia de carros de combate alemã, fabricada no periodo final da II guerra mundial.

Embora desde os anos 30 a Alemanha tivesse considerado a necessidade de tanques muito pesados, inicialmente os alemães consideraram que os seus tanques Panzer-II Panzer-III e Panzer-IV eram perfeitamente suficientes para as necessidades futuras e por isso cancelaram durante algum tempo o desenvolvimento de tanques muito pesados.

Tudo mudou no entanto aquando da queda da França, onde os alemães entenderam que embora mecânicamente inferiores, tanto os tanques franceses Char-1-bis como os tanques britânicos Mathilda, eram demasiado blindados para os canhões dos tanques alemães, cujos projecteir pura e simplesmente não conseguiam perfurar a blindagem inimiga, tendo como única opção imobilizar os tanques inimigos tentanto disoarar contra as lagartas e a suspensão.

Em 1940, são dadas ordens para prosseguir o desenvolvimento do Panzer-VI que seria conhecido como Tiger e cujo desenvolvimento levou à sua forma final em 1941.

Os Tiger entraram em produção em Agosto de 1942.

Além do tanque pesado Tiger, a familia inclui o canhão de assalto/caça tanques «Ferdinand» derivado dos primeiros Tiger de um modelo da Porsche recusado pelo exército alemão.

Tendo sido desenvolvido inicialmente nos anos 30 e também em 1940/1941 o Tiger-I não foi influenciado pelos designs soviéticos que surpreenderam os alemães a partir de Junho de 1941 depois da invasão da URSS.

Rapidamente os alemães concluiram que o Tiger-I tinha várias deficiências e não era muito superior ao KV-1 soviético. A sua blindagem vertical embora superior à de qualquer carro russo podia ser perfurada pelos canhões anti-tanque e a protecção lateral também era deficiente.

Nasce o Tiger-II


O tanque pesado alemão do final dos anos 30: Inspirado nos tanques russos contemporâneos ele foi abandonado por ser julgado desnecessário. A Alemanha só voltou a estudar novos tanques pesados em 1940 e nessa altura este projecto já estava ultrapassado.

Como resultado desta análise, o desenvolvimento de futuras versões do Tiger-I foi cancelado e um novo veículo pesado começou a ser estudado, o qual teria o mesmo nome «Tiger» mas que seria na realidade um veículo completamente diferente.

Esse veículo viria a surgir na figura do Tiger-II ou Tiger-B, conhecido também no ocidente como King Tiger.

Embora partilhe o mesmo nome, trata-se na realidade de um conceito novo, pois o Tiger-B era resultado da aprendizagem durante o conflito, que pedia laterais inclinadas para aumentar a resistência da blindagem.

Como no caso do Tiger-I, também o Tiger-II foi complementado com versões para diferentes fins.

Assim, juntamente com o carro de combate pesado foi desenvolvida uma versão equipada com um canhão instalado no casco. Neste caso foi utilizado um canhão de 128mm, o maior canhão utilizado num veículo blindado em toda a guerra.

Infografia: Saiba como funciona o G-8 !

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O Grupo dos Sete e a Rússia (inglês:Group of Seven and Russia, alemão:Sieben führende Industrieländer und Russland, antigo G7), mais conhecido como G8, é um grupo internacional que reúne os sete países mais industrializados e desenvolvidos economicamente do mundo, mais a Rússia. Todos os países se dizem nações democráticas: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e o Canadá (antigo G7), mais a Rússia - esta última não participando de todas as reuniões do grupo. Durante as reuniões, os dirigentes máximos de cada Estado membro discutem questões de alcance internacional.


História:
Foi o presidente francês Valéry Giscard d’Estaing que, em 1975, tomou a iniciativa de reunir os chefes de Estado e de governo da Alemanha, dos Estados Unidos, do Japão, em Rambouillet, não longe de Paris. A idéia era que esses dirigentes se reunissem sem o acompanhamento de um exército de conselheiros, para discutir a respeito das questões mundiais (dominadas na época pela crise do petróleo) com toda a franqueza e sem protocolo, em um ambiente descontraído.
Depois do sucesso da reunião de cúpula de Rambouillet, essas reuniões passaram a ser anuais e o Canadá foi admitido como sétimo membro do grupo na cúpula de Porto Rico, em 1976.
Os trabalhos do grupo evoluíram muito ao longo dos anos, levando em consideração novas necessidades e eventos políticos. Esse fórum, que, originalmente, girava essencialmente em torno do ajuste das políticas econômicas de curto prazo entre os países participantes, adotou uma perspectiva mais geral e mais estrutural, acrescentando à sua ordem do dia um grande número de questões políticas e sociais, particularmente na área do desenvolvimento sustentável e da saúde em escala mundial. O caráter informal do grupo permitiu-lhe evoluir sem deixar de ser eficiente e adequado às necessidades.

Estrutura dos encontros:



Apesar de ter uma agenda cada vez mais carregada, o G8 conseguiu manter um caráter informal e evitar uma ampla burocratização. Ele não possui secretaria ou regulamento interno aprovado. É o membro do grupo encarregado de exercer a presidência que define a ordem do dia e decide qual a maneira mais apropriada de tratar cada assunto. A presidência sedia e organiza a reunião, age como porta-voz do grupo durante o ano e coordena os trabalhos dos grupos de trabalho; é a ela, por fim, que cabe associar aos trabalhos do G8 organizações não-governamentais (ONGs), instituições financeiras internacionais e outros setores da sociedade civil.
Os preparativos para as cimeiras (conferências, em Português Brasileiro) são realizados por meio de reuniões ao longo do ano, das quais participam os representantes pessoais dos chefes de Estado e de governo, chamados de "sherpas" (termo usado para designar os carregadores que, no Himalaia, ajudam os alpinistas a escalar os cumes). O sherpa francês é o conselheiro diplomático do Presidente da República, Gourdault-Montagne. Juntamente com os sherpas dos outros países do G8, durante o ano ele trata dos temas que possam fazer parte da ordem do dia, de forma a que os chefes de Estado e de governo possam concentrar a sua atenção nos pontos essenciais durante a sua reunião. Os sherpas também são encarregados de supervisionar a execução das decisões tomadas na reunião de cúpula.
Cada sherpa é assessorado por duas pessoas de seu país, chamados de "sub-sherpas": um sub-sherpa para as finanças e outro para as questões externas, encarregados de tratar dos novos dossiês e analisar o estado de evolução dos compromissos anteriores. Além disso, o diretor de assuntos políticos do ministério das Relações Exteriores é encarregado de preparar os dossiês políticos e de segurança destinados à cúpula. Outras reuniões técnicas específicas do G8 podem ser realizadas no decorrer do ano sobre os assuntos tratados.

Do G7 ao G8:

O grupo continuou sendo composto de sete membros até a Rússia, presente como observadora desde o início dos anos 1990, fosse convidada em 1997 a oficializar a sua participação. A primeira cúpula a oito membros ocorreu, portanto, em 1998. Em Kananaskis, os chefes de Estado e de governo tomaram uma decisão histórica ao convidar a Rússia a exercer, em 2006, a presidência do G8 e a sediar pela primeira vez a reunião de cúpula, levando em consideração importantes mudanças econômicas e democráticas ocorridas nesse país nos últimos anos, além do arsenal bélico que possui. A União Europeia também ocupa uma posição de observadora nas reuniões do G8, onde é representada pelo Presidente da Comissão Européia e ainda pelo chefe de Estado e de governo do país que estiver exercendo a presidência da União.


Críticas ao G8:

s maiores críticas ao G8 são sobre opiniões de que o grupo é culpado por problemas como a pobreza na África e nos países em desenvolvimento pela política de comércio, aquecimento global, devido a não implementação de soluções eficazes à emissão de monóxido de carbono, o problema da AIDS, devido a severa política de patentes de medicações, e outros problemas que estão relacionados a globalização. Os líderes do G8 são pressionados a tomar conta de problemas que eles são acusados de criar.
Outra crítica envolve os membros. Com a exclusão da China, a quarta maior economia do mundo, o G8 não mais representa o poder econômico, como quando ele foi criado. A falta de representantes do hemisfério sul mantem muitas críticas dizendo que o G8 na verdade, só quer manter seu poder e influência sobre o mundo.
Dos movimentos de antiglobalização, o maior foi o no vigésimo sétimo encontro em Gênova, em 2001. As reuniões desde então foram feitas em cidades menores. O dia de abertura da reunião de 2005, na Escócia, foi acompanhada por uma série de atentados sincronizados feitos por terroristas em Londres.

Novo sistema de defesa Aérea alemã NBS C-RAM !

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O Sistema C-RAM Skyshield é outro desenvolvimento da Rheinmetall, conhecido pelas suas iniciais NBS, desenhado para detectar e interceptar foguetes, assim como munições de artilharia e morteiros (RAM), para proteger bases fixas. Os EUA e Grã Bretanha têm tomado medidas similares, implantando e usando sistemas modificados baseados em terra, como o MK15 Phalanx Centurion.

Cada sistema NBS C-RAM é composto por um sistema de controle de terra e 2 elementos de sensores (radares autônomos, sensores eletro-óticos) além de 6 canhões Oerlikon de 35 mm altamente automatizado.

Com alto grau de automatização, incluindo os processos de detecção e aquisição de alvo, ajuda o sistema a operar 24h/dia por muitos anos, com um mínimo de pessoal. Os radares e os controles do sistema também trabalham em rede e integrados a comunicações locais aéreas e de terra, para permitir controle operacional central é necessário.

Para preparar o Skyshield para a tarefa especial de proteger bases avançadas, a Rheinmetall, subsidiária Oerlikon Contraves, teve que reajustar sua munição de 35 mm AHEAD com submunições. A munição leva uma carga mortal útil de 152 projéteis de tungstênio, o que proporciona energia cinética para realizar sua tarefa, e uma espoleta eletronicamente programável.

Esta particular sincronização cria uma nuvem muito densa de projéteis que tem pouco tempo para dispersar-se, melhorando as probabilidades de impacto e destruição efetiva.
A agência alemã de aquisição para a defesa (BMB), selecionou a Rheinmetall para desenvolver o sistema para proteger suas bases aéreas. A Alemanha espera que a primeira unidade funcional esteja pronta para implantação, assim que tenha sido concluído o trabalho de desenvolvimento, no terceiro ou quarto trimestre deste ano.

O parlamento da Alemanha decidiu comprar 2 sistemas de defesa aérea NBS C-RAM da Rheinmetall AG, orçado em 136 milhões de euros (equivalente a 185 milhões de dólares). Espera-se que o sistema esteja em serviço em 2011.

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