Dogfight é um combate aéreo em que a aproximação é efetiva, e de poucas dezenas ou centenas de metros, exigindo dos pilotos elevada acuracia, atenção, rapidez e destreza nas manobras aéreas, na tentativa de enquadrar o oponente, ou, em caso contrário, fugir a todo custo do enquadramento rival, para, num momento adequado, voltar a perseguir o inimigo. A proximidade é tamanha que, em muitos casos, o uso da metralhadora é mais efetivo do que mísseis ar-ar. Nesse tipo de combate aéreo, o uso de pós-combustão é quase que integral. Sendo um combate "corpo-a-corpo", os caças leves, com elevado índice de manobrabilidade, e com elevada capacidade de reaceleração levam vantagem sobre caças mais pesados ou com pouca tendência a manobras de elevadas cargas de aceleração gravitacional.
Malandragem ou experiência ? Certamente Curioso.
A pintura do falso canopy é um tipo de camuflagem, usada em algumas aeronaves de caça com o objetivo de enganar um adversário em combate aéreo aproximado (”dogfight”).
Dependendo do ângulo e da distância, o falso canopy pode dar uma visão falsa da atitude da aeronave e induzir o adversário a um erro de manobra, que pode ser fatal.
A ideia de pintar um canopy falso teria surgido na década de 1970, pelo artista de aviação Keith Ferris.
A FAB chegou a testar o recurso num F-5E Tiger II, do Esquadrão Pampa, quando a pintura deste era toda cinza.
Repare nas fotos abaixo, a pintura do falso cockpit na fuselagem.


























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