5 de fevereiro de 2010

Helicóptero da FAB faz pouso de emergência em MS

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Um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) fez um pouso de emergência no estacionamento do Hospital Regional de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, na tarde desta sexta-feira. Os cinco tripulantes da aeronave tiveram ferimentos leves e passam bem.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 14h30, e o helicóptero atingiu dois carros estacionados no local. Não havia ninguém dentro dos veículos no momento do pouso.

Segundo o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, os militares seguiam de Campo Grande para o interior do Estado, onde entregariam soro antiofídico para uma mulher que foi picada por uma cobra. Após o acidente, uma outra equipe levou o antídoto. A Aeronáutica já está investigando as causas do pouso emergencial.

4 de fevereiro de 2010

General dos EUA vê sinais de progressos no Afeganistão

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O principal comandante dos EUA e da Otan no Afeganistão, general Stanley McChrystal, disse na quinta-feira que a situação de segurança no país continua séria, mas não tem piorado mais - o que representa uma avaliação mais otimista do que de outros militares e chefes de inteligência.

Em meados do ano passado, McChrystal e outros comandantes fizeram alertas sombrios sobre o futuro do Afeganistão, levando o presidente dos EUA, Barack Obama, a determinar o envio de 30 mil soldados adicionais para confrontarem o Taliban.

"Acredito que a situação no Afeganistão é séria", disse o general a jornalistas em Istambul, onde participa de uma reunião de ministros da Defesa da Otan. "Eu não digo agora que acho que esteja se deteriorando. Acho e disse isso no verão (no hemisfério norte) passado, e acreditava que fosse correto. Agora sinto diferente."

"Não estou preparado para dizer que viramos a curva", ressalvou. "Mas (...) acho que fizemos um progresso significativo em estabelecer as condições em 2009, e (...) vamos fazer um verdadeiro progresso em 2010", acrescentou ele.

Até agora, chegaram ao Afeganistão 4.500 dos reforços ordenados por Obama, que se juntam a quase 70 mil soldados dos EUA que já estavam no país. O Pentágono prevê que o contingente chegará a 98 mil até o final de setembro.

Outros países da Otan e aliados dos EUA têm cerca de 45 mil soldados no Afeganistão, com promessas de enviar milhares de outros.



Opnião do blog.

Engraçado, que EUA já estão lá a um bom tempo, vimos um pequeno sinal de "evolução? Isso é uma verdadeira ladainha típica AMERICANA, assim como no Vietnã eles irão contar futuramente que ganharam a "guerra" do Afeganistão.

EUA sabem fazer guerra, mas termina-las, está longe disso, e muito mais alem disso como um homem que ganha um prêmio nobre da PAZ, sendo que tal homem, já mando cerca de 40 mil soldados americanos ao Afeganistão?

Vejo um mundo, hipóctras aonde EUA pensam que é rei, mas não passa de um "BESTEIROL AMERICANO".


Obrigado. 

Romênia abrigará interceptadores de mísseis americanos.

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O principal órgão de defesa da Romênia aprovou hoje a proposta norte-americana para que o país abrigue interceptores de mísseis balísticos como parte do escudo de mísseis dos Estados Unidos. A Romênia vai abrigar "equipamentos terrestres para interceptar mísseis" que vão melhorar a segurança nacional e entrar em operação em 2015, disse o presidente Traian Basescu. "A Romênia não vai abrigar um sistema contra a Rússia, mas contra outras ameaças", disse Basescu. O Departamento de Estado norte-americano confirmou o plano.
 

"A Romênia concordou em abrigar o interceptador Standard Missile 3 como parte do novo plano de defesa de mísseis do governo para proteger as tropas norte-americanas e nossos aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) contra as ameaças balísticas do Irã", disse o porta-voz do Departamento de Estado, P.J. Crowley, aos jornalistas em Washington. Crowley também tentou acalmar os temores dos russos dizendo "como deixamos claro várias vezes, não são equipamentos dirigido à Rússia".

3 de fevereiro de 2010

Rússia aprova disposição do Irã de aceitar acordo da AIEA

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A disposição iraniana de aceitar um acordo destinado a encerrar o impasse em torno de seu programa nuclear pode ser recebida somente com satisfação, declarou nesta quarta-feira, 3, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov.
"Se o Irã está pronto para voltar ao acordo original, não podemos receber essa notícia de outra forma a não ser com satisfação", declarou o chanceler russo durante entrevista coletiva concedida nesta quarta em Moscou.

No fim da noite da terça, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, declarou que seu país não vê "nenhum problema" em enviar seu urânio ao exterior para passar por processo de enriquecimento - ponto-chave de um acordo costurado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para desfazer o impasse.

Ao longo dos últimos meses, funcionários iranianos rechaçavam a hipótese de enviar seu urânio ao exterior para enriquecimento. Em janeiro, Lavrov lamentou a aparente rejeição iraniana ao acordo e advertiu que o mundo não esperaria para sempre pelo fim do impasse.

O enriquecimento de urânio é um processo essencial para a geração de combustível usado no funcionamento das usinas nucleares. Em grande escala, o urânio enriquecido pode ser usado para carregar ogivas atômicas.

Os EUA e alguns de seus aliados suspeitam que o Irã desenvolva em segredo um programa nuclear bélico. O Irã sustenta que seu programa nuclear é civil e tem finalidades pacíficas, estando de acordo com as normas do Tratado de não-proliferação Nuclear, do qual é signatário.

Irã se diz disposto a enriquecer seu urânio fora do país

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O Irã se declarou nesta terça-feira, 02, pronto a mandar seu urânio para ser enriquecido fora do país, como foi solicitado pela ONU. A decisão foi comunicada pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad em uma entrevista na televisão estatal iraniana.

De acordo com Ahmadinejad, o Irã "não terá problemas" em mandar ao Ocidente seu urânio não enriquecido e recebê-lo meses depois, enriquecido em 20%. A decisão é uma grande mudança na posição do Irã sobre seu programa nuclear.

"Se nós o autorizamos a levar (o urânio), não há problema. Nós assinamos um contrato para dar urânio pouco enriquecido a 3,5% e o recebemos enriquecido a 20% depois de quatro ou cinco meses", sugeriu o presidente.

Este tempo, contudo, é bem menor que o um ano pedido pelas potências ocidentais para transformar o urânio pouco enriquecido em combustível para o reator de Teerã, prazo que especialistas confirmam ser necessário para o enriquecimento.

Ahmadinejad, contudo, não deu indicações sobre a quantidade de urânio que seria enviada nesta troca, principal ponto de discussão com as grandes potências.

Por meses, oficiais iranianos usaram a mídia para criticar o plano da ONU para o país e oferecer alternativas para uma de suas condições principais - transportar o urânio para fora do país, para ser enriquecido.

O Ocidente suspeita que o programa nuclear iraniano almeja produzir armas nucleares, o que o Irã nega, afirmando que seu programa tem apenas o fim pacífico de produir energia.

O Irã rechaçou em novembro uma proposição do grupo dos Seis (Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha) sobre o envio de 70% seu urânio pouco enriquecido para a Rússia e França, onde seria transformado em combustível enriquecido a 20% para seu reator em Teerã, e reenviado ao país no prazo de um ano.


EUA

Os Estados Unidos afirmaram nesta terça que, se o Irã está disposto a enviar seu urânio ao exterior para ser enriquecido, o país deveria comunicar sua vontade à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão regulador da ONU.

O porta-voz do Departamento de Estado, P.J Crowley, ao responder os comentários de Ahmadinejad, disse que os EUA não está interessado em renegociar um acordo de outubro no qual foi proposto que o Irã mandaria seu urânio enriquecido ao exterior em troca de combustível nuclear para um reator de pesquisa, mas que o país não aceitou.

"Há um fórum capaz de resolver se essa é uma oferta séria, e isso é pela AIEA. Se o Irã está falando sério, eles podem informar a AIEA que estão prontos para aceitar o acordo que está sobre a mesa", disse Crowley.
 

Mais tarde, a Casa Branca também incitou o Irã a informar a AIEA se havia mudado de ideia e se estava pronto a seguir em frente com um acordo para mandar seu urânio ao exterior para ser enriquecido.

"Nós fizemos boa fé e analisamos a oferta em relação ao reator de Teerã", disse o porta-voz da Casa Branca, Mike Hammer. "Nós acreditamos que ela faça sentido para todas as partes. Se os comentários do sr.Ahmadinejad refletem uma posição atualizada do Irã, nós pedimos ao Irã que informe a AIEA".

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